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20/09/2009

XXV Domingo Comum: O PRIMEIRO É AQUELE QUE SERVE!

Notícia

MÊS DA BÍBLIA

(20 de setembro de 2009 – cor litúrgica: verde)

SITUANDO BREVEMENTE A CELEBRAÇÃO

 

Celebramos o Domingo da disputa pelo primeiro lugar. O Senhor se põe no meio de nós, pergunta-nos sobre nossas vidas e nos anuncia o caminho da pequenez e do serviço. A celebração nos coloca, sempre de novo, diante do mistério do amor que vence a prepotência e a ambição. Corrige uma visão distorcida que vê na Igreja uma oportunidade de carreira ou de se garantir economicamente. Ao mesmo tempo, confirma o caminho dos que seguem Jesus, adotando uma conduta fiel ao seu Evangelho. De fato, Jesus, sendo rico se fez pobre e, assim, nos ensina o caminho do serviço humilde, sem ambições e títulos. Trata-se do mistério da Kenosis.

Sendo o terceiro Domingo do mês, em algumas Comunidades é o dia da entrega do Diziminho, pelo qual as crianças são educadas, desde a cedo, para a participação plena e o compromisso com a Igreja.

OBJETIVOS DA CELEBRAÇÃO

1. Compreender o jeito de Jesus ser Messias, diferente das expectativas humanas de um rei poderoso;

2. Aprender com Jesus a servir os irmãos na humildade, renunciando a toda pretensão humana de fama e poder;

3. Acolher a lição da criança que nos mostra quem é o maior dentro da Comunidade.

ESPAÇO LITÚRGICO: o local da celebração deve ser preparado na simplicidade, mas com zelo, para tornar o ambiente festivo, sobretudo com as flores e folhagens, e em sintonia com a mensagem e os objetivos do dia. Sobretudo neste mês de setembro, o Ambão deve ser bem preparado com um arranjo especial que permita destacar a Bíblia. Apresentamos, como ilustração, alguns arranjos da Paróquia São Paulo Apóstolo.

Modelos de arranjos para destacar a Bíblia no espaço celebrativo: à esquerda, como está o Ambão da Comunidade Imaculada Conceição; à direita, o Ambão da Comunidade Maria Auxiliadora.

Visão do presbitério da Comunidade Maria Auxiliadora.

Arranjos florais preparados por Joserlene, da Comunidade Imaculada Conceição.

a) Frase celebrativa: a Frase Celebrativa quer ser uma ajuda para interiorizar a mensagem central ou um forte apelo da celebração. Neste Domingo, à luz do Evangelho, numa espécie de conclusão dos ensinamentos de Jesus, a frase pode ser:

“O PRIMEIRO É AQUELE QUE SERVE!”

b) A cor verde: nas roupas litúrgicas, nas toalhas e cortinas (se houver), significando a vida nova que brota da ressurreição de Cristo e nossa vocação à santidade.

ACOLHIDA FRATERNA: recebemos com carinho os irmãos e irmãs que chegam para tomar parte na celebração, preparando o terreno dos seus corações para acolher o próprio Jesus:

Bem-vindo(a)! Observe as crianças e pense em Jesus!

AMBIENTAÇÃO: cumpre preparar a Celebração, colhendo as lições da Palavra de Deus. A harmonia e a paz interior são ingredientes indispensáveis para celebrar bem. Sugerimos apenas entoar, duas ou mais vezes, o refrão do nosso canto “Pão e vinho são sinais”, meditando sobre a entrega que Jesus faz de si mesmo para o nosso bem. O refrão deve ser entoado suavemente, em tom meditativo, com pouco acompanhamento de instrumentos musicais, destacando mais as vozes humanas. Não convém, neste momento, cantar a parte do “lá lá iá”, mas, tão somente a parte que contém o texto a seguir:

Refrão: Um grande amor veio ao mundo, é dom total,

Pois, sendo rico, fez-se pobre para os seus!

Tudo é nosso, compreendemos, afinal:

Somos de Cristo, que é todo de Deus!

RITOS INICIAIS

PROCISSÃO INICIAL: as crianças merecem um destaque especial nesta Celebração. Pode-se organizar uma procissão inicial com todas as crianças presente (as do Diziminho, onde houver), colocando-as antes da Equipe de Celebração.

ATO PENITENCIAL: um canto penitencial adequado, ajudará a Comunidade a reconhecer suas faltas em relação à escuta e vivência da Palavra de Deus, início da conversão que todos desejamos (v. Cantar a Liturgia).

CONVITE PARA O HINO LOUVOR: nós te louvamos e glorificamos, Pai Santo, Senhor do céu e da terra, porque revelastes os mistérios do teu Reino aos pequeninos. Unimos nossas vozes ao coro das crianças, e cantamos, alegres, glória a Deus nas alturas!

LITURGIA DA PALAVRA

“A Bíblia nos ensina: povo santo, caminhai!” Nesta Celebração, podemos compreender, à luz da Palavra de Deus, que, ser discípulo de Jesus é tomar posição em meio aos conflitos sociais, promovendo o direito e a justiça, e pôr-se a serviço principalmente dos marginalizados, sem ambicionar honrarias.

LEITURAS

1ª leitura: Sb 2, 12.17-20 = Vamos condená-lo à morte vergonhosa.

Salmo Responsorial: Sl 53 = É o Senhor quem sustenta minha vida!

2ª leitura: Tg 3, 16-4,3 = O fruto da justiça é semeado na paz, para aqueles que promovem a paz.

Evangelho: Mc 9, 30-37 = O filho do Homem vai ser entregue ... Se alguém quiser ser o primeiro, que seja aquele que serve a todos!

PROCISSÃO DA BÍBLIA: para todo o mês de setembro, convém fazer a entrada solene da Palavra de Deus. Neste domingo da cura do surdo-mudo, Terminada a procissão, o Livro (Lecionário) deve ser colocado no ambâo, para a proclamação das leituras.

COMENTÁRIO GERAL: a bem da verdade, nem é necessário fazer comentário antes das leituras; o quer é preciso é um convite, uma chamada de atenção. Ora, isto pode ser feito, e muito bem, apenas com um diálogo cantado, como a seguir:

A. Vem ouvir a Palavra de Deus!

T. Quero ouvir a Palavra!

SOBRE AS LEITURAS, UMA “DICA” OPORTUNA: ao final das leituras e do Evangelho, nunca devemos dizer “Palavras do Senhor” ou “Palavras da Salvação”, no plural. O correto é dizer no singular mesmo: Palavra do Senhor ou Palavra da Salvação, uma vez que é Jesus, a Palavra do Pai, quem fala, quando lemos (ou proclamamos) as Escrituras. Nem é preciso lembrar que Jesus é um só!

LITURGIA SACRAMENTAL

A Eucaristia de que participamos anuncia que não há superioridade para o cristão senão na busca do serviço; o único modo de dar sentido à vida é perdê-la pelos outros, como Jesus que se faz servo e entrega-se totalmente: “Eis o meu corpo, eis o meu sangue, dado por vós”. Entregou-se livremente para fazer a vontade do Pai. Nele nos tornamos também uma oferta agradável a Deus.

APRESENTAÇÃO DOS DONS: a Instrução Geral sobre o Missal Romano (IGMR) no n. 74 ensina que “o canto da preparação das oferendas acompanha a procissão das oferendas e se prolonga pelo menos até que os dons tenham sido colocados sobre o altar”. Como temos o costume de fazer neste momento as nossas ofertas, o canto deve se prolongar até que todos tenham feito suas ofertas. Terminadas as ofertas, convém que o canto cesse, de fato, a fim de que a assembléia acompanhe as duas belas orações com as quais o sacerdote bendiz a Deus pelos dons: “Bendito sejais Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida” (a mesma oração é proclamada para a apresentação do vinho). Certamente será necessário advertir a assembléia para responder, após cada uma das duas orações: “Bendito seja Deus para sempre”. As orações com as respostas da assembléia podem ser cantadas, valorizando ainda mais o rito; em Cantar a Liturgia apresentamos uma proposta da versão cantada.

CONVITE À COMUNHÃO EUCARÍSTICA: vamos dar graças a Deus e repartir entre nós o Pão consagrado, memória viva do Corpo do Senhor. Que esta comunhão firme nossa amizade com Ele e nos dê a graça de aceitar a cruz como sinal de nossa adesão ao seu projeto.

CONVITE À PARTILHA DOS ALIMENTOS (quando não há comunhão eucarística): repartindo entre nós esta refeição, cremos que o Senhor se faz presente em nosso meio, como tantas vezes na comunidade dos discípulos ao comer com eles. Que esta refeição firme nossa amizade com Ele e nos dê a graça de aceitar a cruz como sinal de nossa adesão ao seu projeto.

RITOS FINAIS

Jesus é a suprema oferta e nós tomamos parte no seu gesto de amor incondicional à humanidade. A participação na mesa eucarística deve ajudar-nos a “colher os frutos da redenção na liturgia e na vida” (cf. Oração pós-comunhão).

BÊNÇÃO DAS CRIANÇAS E PARTILHA DO PÃOZINHO: após o silêncio sagrado e Oração pós-Comunhão, o animador chama todas as crianças à frente e convida a Comunidade a estender as mãos sobre elas e a rezar em silêncio. Depois, quem preside a Celebração conclui:

Deus de bondade, teu Filho Jesus mandou-nos acolher o menor. Seguindo sua palavra, nós te pedimos: abençoa nossos irmãos e irmãs menores. Sê para eles compaixão e força. E dá a todos nós a graça de construir Comunidades e sociedades que sempre respeitem as crianças e valorizem o seu papel. Por Cristo, nosso Senhor. Amém!

- a comunidade bate palmas, manifestando alegria pela presença das crianças;

- uma criança coloca-se à frente e convida as demais para rezarem juntas a Oração do Diziminho; todas rezam e, depois, entregam o Diziminho:

Querido Jesus, entrego meu Diziminho com gratidão e carinho por tudo o que fazes por mim e pela minha família. Entrego o meu Diziminho também como sinal de meu amor por tua Igreja e em intenção de todos os meus amiguinhos, para que possam ser, assim como eu, amigos teus. Obrigado, Senhor! Eu te amo, Senhor! Amém!

- faz-se, então, a partilha dos pãezinhos com as crianças, enquanto todos entoam um canto apropriado.

AVISOS

BÊNÇÃO FINAL

CANTAR A LITURGIA

Durante todo o mês de setembro adotaremos cânticos litúrgicos que evidenciem a centralidade da Bíblia na vida dos cristãos. Também nos encontros, que, certamente se multiplicarão neste mês, pode-se adotar o mesmo repertório de cânticos bíblicos.

ABERTURA DA CELEBRAÇÃO: Caminho que nos conduz, Verdade plena e Vida verdadeira é Deus para nós, segundo a sua Palavra. Os nossos lábios se abrem para cantar e proclamar esta fé com alegria.

Tu és, Senhor, a verdade (CD Acolhendo a Palavra, faixa 01 – Paulus)

E C#7 F#- B7 E

Abre, Senhor, nossos lábios, pra que nossa boca te cante

E7 A E B7 A E B7 E

Eternamente os teus louvores, em tons e acordes vibrantes.

G#7 C#- F#7 B7

1. Tu és Senhor o caminho que os nossos passos conduz

A A- E C#- F# B7

Queremos que tua Palavra nas trevas pra nós seja Luz.

2. Tu és Senhor a verdade em que professamos a crença

Queremos que a Tua Palavra do Teu grande amor nos convença.

3. Tu és Senhor plena vida, a qual nós devemos viver

Queremos que a Tua Palavra em nós possa permanecer.

SOBRE O CANTO DE ABERTURA, UMA “DICA” OPORTUNA: acolher o celebrante, a equipe de celebração, o padre fulano, os ministros e acólitos ... Na verdade, não é esta a função do canto de Abertura. Vejamos o que nos diz sobre isto, um especialista em Liturgia, o Frei José Ariovaldo da Silva, OFM: Dizer que o canto de abertura tem como função simplesmente “acolher” o celebrante (o sacerdote) e seus ministros, é muito pouco. Pouco demais. E até empobrece o seu verdadeiro sentido. Esse canto não existe para “acolher” sacerdote e seus ministros mas, no fundo, para nos levar a sentir que todos (inclusive o sacerdote e os ministros) somos acolhidos: acolhidos por Deus!... Leva-nos a nos sentir congregados por Deus como seu Povo e unidos pelo Espírito como corpo de Cristo para a escuta atenta da Palavra e a celebração digna da Eucaristia. É toda a assembléia que deve sentir-se acolhida e unida, no embalo do canto de abertura que acompanha a ação ritual da procissão de entrada.

A Introdução do Missal explica: “a finalidade desse canto é abrir a celebração, promover a união da assembléia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros” (n. 47).

Então, querido animador ou comentarista, nunca mais diga “vamos entoar o canto de Abertura para receber (ou acolher) o presidente da celebração ...” Isto não é correto, nem exato. Você pode dizer, simplesmente: “reunidos em assembléia para celebrar a fé, entoemos com alegria o Canto __________ (por exemplo, Senhor eis aqui o teu povo)”.

Obs.: aproveitando o ensejo, sugerimos dizer sempre o título do canto, que já contém uma mensagem de fé, o que não ocorre quando dizemos apenas o número do canto em questão. Além disso, o número atribuído ao canto diz respeito apenas à sua comunidade, ao seu livro ou folheto de cantos. Em uma outra comunidade, certamente ele virá sob um outro número. Diferente situação acontece com o Salmo Responsorial, que tem a mesma numeração em todas as Bíblias, podendo, assim, ser identificado pelo seu número. Pense nisto!

ATO PENITENCIAL: reconhecer as faltas e negligências em relação à Palavra de Deus é já o início da conversão à mesma Palavra que deve ser acolhida e testemunhada por cada um de nós.

Perdão, Senhor (CD Acolhendo a Palavra, faixa 02 – Paulus)

A- E7

1. Perdão, Senhor, pelas vezes que sufocamos

A- A7

A vossa Palavra com nossas preocupações

D- A- E7 A-

Queremos pedir Vosso Perdão

G A- F A- E7 A-

Senhor, tende piedade de nós! Senhor tende piedade de nós!

2. Perdão, Jesus, quando vossa luz ofuscamos

Fazendo de Vossa doutrina apenas lei

Queremos pedir Vosso perdão

Jesus, tende piedade de nós! Jesus, tende piedade de nós!

3. Perdão, Senhor, quando nós nos desesperamos

E não mais buscamos a Vossa misericórdia

Queremos pedir Vosso perdão

Senhor, tende piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

PROCISSÃO DA BÍBLIA: Deus nos revela o alcance do seu interesse por nós, pela nossa vida e felicidade. A Bíblia torna-se, então, sinal do amor de Deus por nós. Por isto cantamos alegres para receber, em nosso meio, a Bíblia Sagrada.

A vossa palavra, Senhor (CD Palavra de vida, faixa 7 – Paulinas)

D B- E- A D

A vossa palavra, Senhor, é sinal de interesse por nós } Bis

D D7 G E7 A

1. Como um Pai ao redor de sua mesa, revelando seus planos de amor.

2. É feliz quem escuta a palavra e a guarda no seu coração.

3. Neste encontro da Eucaristia, aprendemos a grande lição.

SALMO RESPONSORIAL: nas palavras deste salmo, unimo-nos à oração de todos os que são perseguidos e sofredores.

Sl 53 (CD Cantando os Salmos e Aclamações – Ano “B” – Vol. II, faixa 24 – Paulus)

F C- D7 G- C7 F

É o Senhor quem sustenta minha vida. É o Senhor quem sustenta minha vida.

C7 F A7 D-

1. Por vosso nome, salvai-me, Senhor;* e dai-me a vossa justiça!

Bb F G7 C7

Ó meu Deus, atendei minha prece* e escutai as palavras que eu digo!

2. Pois contra mim orgulhosos se insurgem, + e violentos perseguem-me a vida:*

Não há lugar para Deus aos seus olhos.

Quem me protege e me ampara é meu Deus;* é o Senhor quem sustenta minha vida!

3. Quero ofertar-vos o meu sacrifício* de coração e com muita alegria;

Quero louvar, ó Senhor, vosso nome,* quero cantar vosso nome, que é bom!

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO: devemos sempre cantar a aclamação aleluiática com um versículo próprio. Neste Domingo, o versículo, inspirado em Gl 6, 14, prepara a assembléia para ouvir e acolher o Santo Evangelho.

Aleluia! (CD Acolhendo a Palavra, faixa 05 – Paulus)

C F C G7

Aleluia, aleluia, aleluia!

C F C G7 C

Com alegria aclamemos a Palavra do Senhor!

G

Eu te louvo, ó Pai santo, Deus do céu, Senhor da terra:

C

Os mistérios do teu Reino aos pequenos, Pai, revelas!

PROCISSÃO DAS OFERTAS: o nosso canto, no momento de apresentação das ofertas, soa como uma Aliança ou compromisso diante da Palavra de Deus, ofertando a vida e a missão de todos nós.

Nossa vida em missão (CD Acolhendo a Palavra, faixa 06 – Paulus)

G G7 C

Com o pão e com o vinho nossa oferta apresentamos

D7 G D7 G

Nossa vida e missão, em Tua Palavra renovamos.

D7 G D7 G G7

1. Ofertamos os nossos ouvidos e abrimos o nosso coração

C G A7 D7 G

Pra acolhermos a Tua Palavra e sentirmos a transformação.

2. Ofertamos as nossas famílias, onde Tua Palavra é luz

Juventude, infância, velhice, todo aquele que abraça a Cruz.

3. Ofertamos as lutas do povo, seus anseios, amor, doação

Que a Tua Palavra, Senhor, firme sempre a nossa união.

APRESENTAÇÃO DOS DONS (CD Partes fixas da Missa, faixa 15 – Paulus)

C A- D- G

P. Bendito sejais Senhor Deus do universo pelo pão que recebemos de vossa bondade,

C A- D- G

fruto do trabalho humano que vos apresentamos e para nós se vai tornar pão da vida.

C A- F C A-

T. Bendito seja o nome do Senhor,

F C G F C

agora e sempre por toda a eternidade!

P. Bendito sejais Senhor Deus do universo pelo vinho que recebemos de vossa bondade.
Fruto da videira que vos apresentamos e para nós se vai tornar vinho da salvação.

COMUNHÃO: Jesus é bem mais que leite e mel: Ele é a Palavra de Deus encarnada e, como tal, é o Pão da vida! Cantando, professamos esta fé e entramos em Comunhão com Jesus e com os irmãos.

Eis que sou o Pão da vida (CD Acolhendo a Palavra, faixa 07 – Paulus)

C G7 C C7 F

1. Todo aquele que comer do meu corpo que é doado

C A- D7 G

Todo aquele que beber do meu sangue derramado

C C7 F G7

E crê nas minhas palavras, que são plenas de vida

C A- D- G7 C

Nunca mais sentirá fome e nem sede em sua lida.

C7 F G7 C A7

Eis que sou o pão da vida, eis que sou o pão do céu

D- C G C

Faço-me vossa comida, eu sou mais que leite e mel.

2. O meu corpo e meu sangue são sublimes alimentos

Do fraco, indigente, é vigor; do faminto é o sustento

Do aflito é consolo, do enfermo é a unção

Do pequeno e excluído, rocha viva e proteção.

3. Eu sou o caminho, a vida, água viva e a Verdade

Sou a paz e a luz do mundo, sou a própria liberdade

Sou a palavra do Pai que entre vós habitou

Para que vós habiteis na Trindade onde estou.

4. Eu sou a Palavra Viva que sai da boca de Deus

Sou a lâmpada para guiar vossos passos, irmãos meus

Sou o rio, eu sou a ponte, sou a brisa que afaga

Sou a água, sou a fonte, fogo que não se apaga.

CANTO FINAL: repetimos o canto da Procissão da Bíblia ao voltarmos para nossas casas, para que a certeza de que Deus se interessa por nós e quer o nosso bem, acompanhe toda a nossa vida, à luz da Palavra revelada.

FONTES

1) GUIMARÃES Marcelo e CARPANEDO Penha. Dia do Senhor. Guia para as celebrações das comunidades – ciclo pascal ABC: Paulinas/Apostolado litúrgico, São Paulo, 2002, 421p.

2) CNBB. Convertei-vos! O Reino de Deus está no meio de vós. Roteiros homiléticos da Quaresma - Ano B – 2009: Edições CNBB, Brasília, 2008, 63p.

3) Missal Dominical - Paulus

4) www.coralsjbatista.com.br

 

 

19/07/2014
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