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Petrolina-PE | Sábado, 18 de novembro de 2017

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O sol branqueia de tal maneira o areal “tão alvinho” que os olhos nem agüentam fitá-lo. Na sua alvura estão surgindo as pequenas casas da primeira COHAB de Petrolina, no bairro “Areia Branca”.
 
Em 1967 vão chegando seus primeiros moradores. Trazem sonhos de vida melhor que começam a se concretizar com a aquisição da casa própria: pequenina, inacabada, mas com possibilidade de melhorias.
 
Alguns não conseguem acomodar seus pertences dentro da casa, deixando-os ali fora mesmo. Apesar da falta do muro, dormem tranqüilos! Bons tempos, hein?!
 
 
Criação da Paróquia
 
A Pastoral
 
Logo todo mundo se conhece; as amizades vão surgindo e se consolidando. Já se sente também o desejo de expressar comunitariamente a sua fé. Padre Reginaldo Lins de Aquino começa, então, a celebrar a Santa Missa, ora numa residência, ora na rua ou debaixo de uma árvore.
 
O Colégio Adelina Almeida foi também lugar de celebração, assim como a Sede dos Escoteiros, atual Escola Professora Maroquinha. Aos poucos a vida religiosa ia se organizando.
 
 
Criação da Paróquia
 
Dom Antônio Campelo, percebendo as necessidades daquela porção da sua Diocese cria, em 15 de setembro de 1968, a Paróquia São Paulo Apóstolo. No mesmo dia nomeou o primeiro Vigário: Pe. Reginaldo Lins de Aquino que permaneceu no cargo até 12 de fevereiro de 1970. Nesta ocasião a Paróquia São Paulo ainda estava agregada à Paróquia Nossa Senhora Rainha dos Anjos, sob a orientação do Pe. José de Castro.
 
A Igreja viva e as construções de pedra. Em 17 de agosto de 1975 a Diocese de Petrolina acolheu o seu novo Bispo, Dom Gerardo Andrade Ponte. Já em 1976, com ajuda dos católicos alemães, Dom Gerardo iniciou a construção do Centro Comunitário, da Igreja Matriz de São Paulo e da Casa Paroquial.
 
No Centro Comunitário funcionou uma Escolinha de Pré-Primário e Cursos de Datilografia e Arte Culinária, bem como o Grupo de Casais. Todo o trabalho era feito por voluntários, sob a coordenação de um casal alemão. Os pais contribuíam de acordo com suas posses. Assim teve origem a Escola Paroquial conhecida, posteriormente, como Educandário Dom Bosco.
 
Ansioso pela construção da Igreja Matriz, o povo se organiza e complementa a ajuda da Alemanha com sua criatividade: festas, bingos, balaios, campanhas ... e a Igreja São Paulo vai surgindo. Alegres mutirões ocupam os fins de semana. Finalmente está construída a Casa de Deus. Agora são os arremates e o mobiliário. Os mutirões continuam para a calçada externa e os bancos. O resultado logo aparece.
 
Um problema surge, então. Em volta da Igreja funcionava uma feira: a bela feira de Areia Branca! Como celebrar em meio ao barulho e os detritos de uma feira livre? Pedidos, abaixo-assinados, movimentos diversos são feitos. Finalmente a Prefeitura transfere a feira para outro local amplo e mais confortável para todos.
 
Aos 04 de novembro de 1976 as Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado iniciaram um trabalho pastoral em Areia Branca residindo, a partir de 1977, na Casa Paroquial.
 
A inauguração oficial da Igreja, da Casa Paroquial e do Centro Comunitário aconteceu aos 03 de outubro de 1977. A partir de então Dom Gerardo garantiu a celebração dos Sacramentos na Paróquia, por conta da falta de sacerdotes. Os Irmãos de Santa Cruz chegaram à Paróquia e foram preciosos auxiliares de Dom Gerardo na Pastoral e como Ministros Extraordinários do Batismo, Matrimônio e Comunhão. Em 1979 transferiram-se para a Vila Eduardo, realizando ali o seu trabalho até 1994.
 
Em 1978 começara a surgir o bairro Dom Malan, formado pelos lotes doados pela Prefeitura. Em breve surgem casas e os moradores já necessitam de assistência espiritual. Monsenhor Gonçalo passa a celebrar Missas em casas de família. O povo deseja, e o Mons. Gonçalo e Dom Gerardo providenciam a construção de uma Igreja no bairro. O povo se movimenta.
 
Vai conseguindo com muito trabalho os recursos para a construção. Também recebem ajuda dos católicos da Alemanha. Hoje lá está a Igreja da Imaculada Conceição onde se reúnem os moradores do bairro Dom Malan e Cohab II.
 
Em 1979 teve início a construção da Igreja da Vila Eduardo que, juntamente com o Salão Paroquial foi financiada pelos católicos alemães e colaborações do povo do lugar.
 
No Loteamento Recife Monsenhor Gonçalo celebrava mensalmente a Santa Missa, primeiramente nas casas das famílias locais. Depois, adquiriu uma pequena casa só para as atividades da Igreja. Mais tarde, Pe. Milton Porfírio dos Santos demoliu as paredes internas desta casa transformando-a, então, num salão.
 
Ainda em 1979 a Paróquia acolheu a Irmã Virgínia Vallikagil, da Congregação das Irmãs Médicas Missionárias. No bairro Dom Malan a religiosa dava assistência ao povo. Transferiu-se depois para o bairro José e Maria ou “Vila do papelão”, como era chamado na época, por serem suas casas, quase todas, construídas com este material. Durante quatro anos lá esteve a Irmã vivendo e ajudando o povo a se organizar. No período foi construída a modesta Casa Paroquial e o Salão-Capela, sede de intenso movimento pastoral.
 
Foi a partir deste período que Monsenhor Gonçalo Pereira Lima passou a dar assistência sacramental à Paróquia, sendo nomeado seu Vigário em 24 de junho de 1982. Monsenhor Gonçalo permaneceu no cargo até fevereiro de 1988. Foi seu cooperador o Pe. Francisco José Pereira Cavalcante, até 1984.
 
Em 1983 as Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado transferiram-se para o bairro José e Maria, dando continuidade ao trabalho da Irmã Virgínia. Sob a orientação das Irmãs surgiram: Clube de Mães, Grupo de Jovens, ACO (Ação Católica Operária) e Associação de Moradores. Na mesma época Irmã Josefa, das Filhas da Caridade e Coordenadora da Associação dos Vicentinos, liderava a construção de um salão catequético no bairro José e Maria.
 
Os moradores da “Vila do Papelão”, à custa de muita luta, conseguiram melhoramentos para a área e, finalmente, o título de posse dos terrenos ocupados. Como resultado disto temos hoje o populoso bairro José e Maria e os seus “derivados”: Santa Luzia e Dom Avelar.
 
 
A Pastoral
 
Ao mesmo tempo em que se realizavam as construções, Monsenhor Gonçalo ia organizando a vida da Paróquia. Definiu o horário das Missas, Casamentos, Batizados e o funcionamento da Secretaria; constituiu o Conselho Paroquial, organizou a Associação de Moradores dos bairros Maria Auxiliadora e Dom Malan; organizou a Catequese de Pais e Padrinhos, Grupo de Casais, Curso de Noivos na Matriz de São Paulo e a Catequese no interior (Lagoa Grande, Izacolândia, Projeto Bebedouro); fundou o Apostolado da Oração, Vicentinos, Legião de Maria e ainda construiu a Capela de Lagoa Grande.
 
Aos 07 de fevereiro de 1988 Pe. Milton Porfírio dos Santos substituiu Monsenhor Gonçalo e permaneceu como Vigário da Paróquia São Paulo e Reitor do Seminário São José até 1995 quando foi transferido para Araripina.
 
A Paróquia cresceu e chegou a ser configurada com os seguintes bairros: Areia Branca (sede), Cohab I, II e III, Dom Malan, Maria Auxiliadora, José e Maria, Santa Luzia, Dom Avelar, Loteamento Recife, Vila Marcela, IPSEP, Loteamento Eduardo e Joaquim André, além das comunidades rurais da beira-rio (Jatobá, Carneiro, Serrote do Urubu, Porto de Palha, Porto da Ilha e Pedrinhas) bem como alguns Núcleos do projeto Nilo Coelho.
 
Em 1995 foi nomeado Pároco o Pe. Antonio Malan de Carvalho, recém-chegado de Roma onde passou cerca de 3 anos para obtenção do Mestrado em Teologia, com especialização em Pastoral da Juventude e Catequética.
 

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